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O Alquimista, de Pietro Longhi
A história da química está intrinsecamente ligada ao desenvolvimento do homem, já que abarca todas as transformações de matéria e as teorias correspondentes. Com frequência a história da química se relaciona intimamente com a história dos químicos e — segundo a nacionalidade ou tendência política do autor — ressalta em maior ou menor medida os sucessos alcançados num determinado campo ou por uma determinada nação. A ciência química surge no século XVII a partir dos estudos de alquimia populares entre muitos dos cientistas da época. Considera-se que os princípios básicos da química se recolhem pela primeira vez na obra de Robert Boyle, The Sceptical Chymist (1661). A química, como tal, começa a ser explorada um século mais tarde com os trabalhos de Antoine Lavoisier e as suas descobertas em relação ao oxigênio, à lei da conservação da massa e à refutação da teoria do flogisto como teoria da combustão.
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Santiago Ramón y Cajal (1852 — 1934) foi um importante médico e histologista espanhol, premiado com o Nobel de Medicina de 1906.
Os estudos mais famosos de Ramón y Cajal incidiram sobre a estrutura fina do sistema nervoso central. Cajal usou uma técnica de coloração histológica desenvolvida pelo seu contemporâneo Camillo Golgi. Golgi descobriu que conseguia escurecer algumas células cerebrais tratando o tecido do cérebro com uma solução de cromato de prata, concluindo que o tecido nervoso era um retículo contínuo (ou teia) de células interligadas como as que constituíam o sistema circulatório. Usando o método de Golgi, Ramón y Cajal chegou a uma conclusão muito diferente. Postulou que o sistema nervoso é composto por biliões de neurónios distintos e que estas células se encontram polarizadas. Cajal sugeriu que os neurónios, em vez de formarem uma teia contínua, comunicam entre si através de ligações especializadas chamadas sinapses. Esta hipótese transformou-se na base da doutrina que indica que a unidade individual do sistema nervoso é o neurónio. Por este trabalho, Ramón y Cajal e Golgi compartilharam o Prêmio Nobel de Fisiologia ou Medicina em 1906.
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História da Matéria médica e dos jardins botânicos
O jardim botânico de Pádua.
Os primeiros jardins botânicos surgiram com o objectivo de auxiliarem o ensino da Matéria médica e de fornecerem as boticas. Com a expansão geográfica europeia eles foram utilizados para o estudo botânico das novas espécies vegetais exóticas.
- Uma rede temática corresponde a um conjunto ou cacho (cluster) de artigos interligados entre si. O tema em destaque centra-se na História da Matéria médica e dos jardins botânicos do Renascimento até ao século XVIII.
Artigos
Herbário | História natural | Matéria médica
Aldrovandi, Ulisse | Dioscórides | Clusius, Carolus | Fuchs, Leonhart | Ghini, Luca | von Haller, Albrecht | Laguna, Andrés | Lineu | Mattioli, Pier Andrea | Miller, Philip | Orta, Garcia de | Smet, Hendrik de | Vandelli, Domenico
Jardin du roi, gravura de Frédéric Scalberge (1636).
Ajuda, Jardim Botânico da | Chelsea Physic Garden | Coimbra, Jardim botânico de | Florença, Jardim dos simples de | Göttingen, Jardim botânico de | Heidelberg, Jardim botânico de | Leiden, Jardim botânico de | Montpellier, Jardin des plantes de | Pádua, Jardim botânico de | Palermo, Jardim botânico de | Paris, Jardin des plantes de | Pisa, Jardim botânico de | Uppsala, Jardim botânico de Lineu em
Expedições filosóficas portuguesas
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Efemérides em 2007
Tricentenário
- Publicação de Arithmetica universalis, colectânea dos trabalhos de Isaac Newton sobre Álgebra.
Bicentenário
Centenário
- Prémios Nobel da ciência em 1907
Efemérides de 2006
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Ficheiro:Man at the Crossroads.jpg
O Homem controla o Universo. Mural de Diego Rivera, 1934, no Palacio de Bellas Artes, Cidade do México. Uma versão deste mural foi pintada originalmente em 1933 no Rockefeller Center, com o título O Homem na Encruzilhada, olhando com esperança para um futuro melhor. Este título é reminiscente do "Science at the crossroads" que fora dado à compilação das comunicações apresentadas ao Congresso de História das Ciências de Londres, em 1931, pela delegação soviética liderada por N. Bukharine. A ciência, aliás, ocupa de facto o centro do mural. Irritados com a representação de Lenine, Trotsky e outros dirigentes do movimento operário, os Rockefeller destruíram o mural original em 1934.
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Artigos sem imagem: Pedro Nunes | Teoria humoral |
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